Un cometa en el cielo, un niño corriendo, el juego más popular de corumbá- ms.

A kite in the sky, a child running, the MOST POPULAR GAME OF CORUMBÁ- MS.

Uma Pipa No Céu, Uma Criança Correndo, A Brincadeira Mais Popular De Corumbá-Ms.

  • Julian Marcio dos Santos Alves
  • Rogério Zaim de Melo
  • Deyvid Tenner de Souza Rizzo
Publicado
2019-12-18

Con los objetivos de comprender y analizar cómo y con quién los niños aprenden a soltar cometa, mapear los lugares de mayor incidencia de niños soltando los cometas y describir el vocabulario existente en el soltar cometa en la ciudad de Corumbá-MS se realizó un estudio de naturaleza cualitativa con investigación de campo, en dos etapas: observaciones en barrios de la ciudad para identificar los locales con altas incidencias de niños soltando cometas; y entrevistas en un festival de cometas en la región central de Corumbá -MS, que reunió a más de trescientos niños y adolescentes. Participaron de la segunda etapa 15 niños, 09 niños y 06 niñas. Los datos fueron analizados e indican que los lugares de mayor incidencia de niños soltando cometa son barrios que ofrecen condiciones mejores de seguridad y la transmisión dela cultura del soltar cometa, ocurre en su mayoría entre pares, niños coetáneos

Palabras clave: Children, Ludic Culture, Kite (en)
Palabras clave: Niños, Cultura Lúdica, Cometas (es)
Palabras clave: Crianças, Cultura Ludica, Pipa (pt)
La descarga de datos todavía no está disponible.
dos Santos Alves, J. M., Zaim de Melo, R., & de Souza Rizzo, D. T. (2019). Un cometa en el cielo, un niño corriendo, el juego más popular de corumbá- ms . Lúdica Pedagógica, 1(30), 1-11. Recuperado a partir de https://revistas.pedagogica.edu.co/index.php/LP/article/view/11103
Alcântara, C. S. DE; Bezerra, J. A. B. (2016) O lúdico, a escola e a saúde: a educação alimentar no gibi. Trabalho, Educação e Saúde, 14(3). 889–904.
Brougère, G. (1998) A criança e a cultura lúdica. Revista da Faculdade de Educação, 24(2) ,103-116.
Cavalli-Sforza, L. L., & Feldman, M. W. (1981). Cultural transmission and evolution: a quantitative approach (16). Princeton University Press.
Chizzotti. A. (2013) A Pesquisa Qualitativa em Ciências Humanas e Sociais: Evolução e Desafios. Revista Portuguesa de Educação, 16 (2), 221-236.
Deterding, S. (2017) Situated motivational affordances of game elements: A conceptual model. ACM. University of York, 8 (10)
Guerra, V. (2009) Temporadas de brincadeiras. Tese de Doutorado. Universidade de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil.
Monteiro, C; Delgado, A. (2014) Crianças, Brincar, Culturas da Infância e Cultura Lúdica: uma análise dos estudos da infância. Saber & Educar, 19, 106-115.
Oliveira, V. M. DE; Souza, J. (2018) A infância, o brincar e o jogar: reflexões a partir do referencial teórico de Norbert Elias. Educação em Revista, 34
Plinta, F. (2016) et al. A Física nos Brinquedos (pipa). Ciência é minha praia 1, (1.)
Pontes, F. e Magalhães, C (2003). A Transmissão da Cultura da Brincadeira: algumas possibilidades de investigação. Psicologia: Reflexão e Crítica, 16 (2): 117-124.
Resende, B (2018). O corpo, o lúdico, e o bem-viver. Psicologia USP, 29 (3), 323–324
Santos, S. M. P. (1999) Brinquedo e infância: um guia para pais e educadores. Rio de Janeiro, RJ
Silva, A. (2011) Jogos, Brinquedos e Brincadeiras: trajectos intergeracionais. Tese de doutorado, Universidade do Minho, Minho, Portugal.
Viana, C. V. A.; Imbrizi, J. M.; Jurdi, A. P. S. (2017) Narrativas sobre o brincar: aproximação da experiência infantil. Psicologia e Sociedade., 29.
Zaim-de-Melo, R. (2017) Jogar e brincar de crianças pantaneiras: um estudo em uma “Escola das Águas. Tese de doutorado, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.